Daqui quero iluminar

Há uma certeza que nos vem de Deus: "Daqui quero iluminar. Nada temam. Estou convosco. Vivam em contínua conversão." (Bv Alberione)

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Bom dia, papa Francisco!

A fé, para ser sã e forte, 
deve alimentar-se 
constantemente 
da Palavra de Deus.
(Papa Francisco)

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Bom dia, papa Francisco!


Peçamos ao Senhor esta graça: 
Que o nosso coração se torne livre e luminoso, 
para gozar a alegria dos filhos de Deus.
(PAPA Francisco)
<br>

Finados


terça-feira, 27 de outubro de 2015

Bom dia, papa Francisco

Para mudar o mundo, 
é preciso fazer bem a quem 
não tem possibilidades de retribuir.
(papa Francisco)

domingo, 25 de outubro de 2015

25 de Outubro - Santo Antônio de Sant'Anna Galvão



Religioso franciscano (1739-1822)

Hoje, 25 de outubro,  é dia de Santo Antonio de Sant'Anna Galvão, primeiro santo brasileiro.

O brasileiro Antônio de Sant'Anna Galvão nasceu em 1739, em Guaratinguetá, São Paulo. Seu pai era Antônio Galvão de França, capitão-mor da província e terciário franciscano. Sua mãe era Isabel Leite de Barros, filha de fazendeiros de Pindamonhangaba. O casal teve 11 filhos. Eram cristãos caridosos, exemplares e transmitiram esse legado ao filho.

Quando tinha 13 anos, Antônio foi enviado para estudar com os jesuítas, ao lado do irmão José, que já estava no Seminário de Belém, na Bahia. Desse modo, na sua alma estava plantada a semente da vocação religiosa. Aos 21 anos, Antônio decidiu ingressar na Ordem franciscana, no Rio de Janeiro. Sua educação no seminário tinha sido tão esmerada que, após um ano, recebeu as ordens sacerdotais, em 1762. Uma deferência especial do papa, porque ele ainda não tinha completado a idade exigida.

Em 1768, foi nomeado pregador e confessor do Convento das Recolhidas de Santa Teresa, ouvindo e aconselhando a todos. Entre suas penitentes encontrou a irmã Helena Maria do Sacramento, figura que exerceu papel muito importante em sua obra posterior.

Irmã Helena era uma mulher de muita oração e de virtudes notáveis. Ela relatava suas visões ao frei Galvão. Nelas, Jesus lhe pedia que fundasse um novo Recolhimento para jovens religiosas, o que era uma tarefa difícil, devido à proibição imposta pelo marquês de Pombal em sua perseguição à Ordem dos jesuítas. Apesar disso, contrariando essa lei, frei Galvão, auxiliado pela irmã Helena, fundou, em fevereiro de 1774, o Recolhimento de Nossa Senhora da Conceição da Divina Providência.

No ano seguinte, morreu irmã Helena, e os problemas com a lei de Pombal não tardaram a aparecer. O convento foi fechado, mas frei Galvão manteve-se firme na decisão, mesmo desafiando a autoridade do marquês. Finalmente, devido à pressão popular, o convento foi reaberto e o frei ficou livre para continuar sua obra. Os 14 anos seguintes foram dedicados à construção e ampliação do convento e também de sua igreja, inaugurada em 1802. Quase um século depois, essa obra tornar-se-ia um "patrimônio cultural da humanidade", por decisão da UNESCO.

Em 1811, a pedido do bispo de São Paulo, fundou o Recolhimento de Santa Clara, em Sorocaba. Lá, permaneceu 11 meses para organizar a comunidade e dirigir os trabalhos da construção da Casa. Nesse meio tempo, ele recebeu diversas nomeações, até de guardião do Convento de São Francisco, em São Paulo.

Com a saúde enfraquecida, recebeu autorização especial para residir no Recolhimento da Luz. Durante sua última enfermidade, frei Galvão foi morar num pequeno quarto, ajudado pelas religiosas que lhe prestavam algum alívio e conforto. Ele faleceu com fama de santidade em 23 de dezembro de 1822. Frei Galvão, a pedido das religiosas e do povo, foi sepultado na igreja do Recolhimento da Luz, que ele mesmo construíra.

Depois, o Recolhimento do frei Galvão tornou-se o conhecido Mosteiro da Luz, local de constantes peregrinações dos fiéis, que pedem e agradecem graças por sua intercessão. Frei Galvão foi beatificado pelo papa João Paulo II em 25 de outubro de 1998, e canonizado em 11 de maio de 2007 pelo papa Bento XVI, em São Paulo, Brasil.



Oração (novena) de Santo Antonio de Sant'Anna Galvão

Deus de amor, fonte de todas as Graças, dai-nos, por intercessão de Santo Antônio de Sant’Anna Galvão, que ao tomarmos com fé e devoção estas pílulas e rezando – “Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, eu Vos adoro, louvo e Vos dou graças pelos benefícios que me fizeste, por tudo que fez e sofreu Santo Antônio de Sant’Anna Galvão, que aumenteis em mim a fé, a esperança e caridade” – Vos digneis conceder-me a Graça que ardentemente almejo... (pedir a graça desejada).

Prometo-vos conhecer sempre mais o Evangelho, que Santo Antônio de Sant’Anna Galvão viveu, cultivar a vida Eucarística e a devoção a Imaculada Virgem Maria. Santo Antônio de Sant’Anna Galvão, rogai por nós ! Amém!

(1 Pai-Nosso  ...  1 Ave-Maria ... 1 Glória ao Pai)

*Rezar a oração acima durante os nove dias. *Tomar as pílulas no 1º, 5º e 9º dia.



quarta-feira, 21 de outubro de 2015

São João Paulo II

Dia 22 de outubro, é dia de São João Paulo II.

João Paulo II foi papa na Igreja Católica, de 16 de Outubro de 1978 até a sua morte, em 2 de abril de 2005. 

Nasceu em 18 de maio de 1920, em Wadowice, Polônia.
Filho de Karol Wojtyła e Emilia Kaczorowska.

Faleceu no dia 2 de abril de 2005, no Palácio Apostólico, na Cidade do Vaticano.
Seu sepultamento ocorreu no dia 8 de abril de 2005, na Basílica de São Pedro, Cidade do Vaticano.

João Paulo II serviu por quase 27 anos à  Igreja.

Foi canonizado pelo papa Francisco, no dia 27 de abril de 2014.


ORAÇÃO A SÃO JOÃO PAULO II
Ó São João Paulo,
da janela do céu,
dá-nos a tua bênção!

Abençoa a Igreja,
que tu amaste, serviste e guiaste,
incentivando-a a caminhar corajosamente
pelos caminhos do mundo,
para levar Jesus a todos
e todos a Jesus!

Abençoa os jovens,
que também foram tua grande paixão.
Ajuda-os a voltar a sonhar,
voltar a dirigir o olhar ao alto
para encontrar a luz que
ilumina os caminhos da vida na terra.

Abençoa as famílias,
abençoa cada família!
Tu percebeste a ação de Satanás
contra esta preciosa e indispensável
faísca do céu que Deus
acendeu sobre a terra.

São João Paulo,
com a tua intercessão,
protege as famílias
e cada vida que nasce
dentro da família.

Roga pelo mundo inteiro,
ainda marcado por tensões,
guerras e injustiças.
Tu te opuseste à guerra,
invocando o diálogo e semeando o amor;
roga por nós,
para que sejamos incansáveis
semeadores de paz.

Ó São João Paulo,
da janela do céu,
onde te vemos junto a Maria,
faz descer sobre todos nós
a bênção de Deus! 
Amém.

(Cardeal Angelo Comastri)


MENSAGEM DE PAZ

Dialogar é descobrir.
Quanto mais avançarmos
na descoberta dos outros,
tanto mais substituiremos as tensões
por laços de paz.

Pelo diálogo, aprenderemos
a respeitar a pessoa humana,
seus valores, sua cultura,
sua autonomia legítima,
sua autodeterminação.

Olhar para além de nós mesmos, 
a fim de compreender
e apoiar o que há de bom nos outros;
contribuir para o desenvolvimento
e crescimento justo;
transformar a solidariedade
e o diálogo
em características permanentes
do mundo em que vivemos.
A paz é um valor sem fronteiras!

São João Paulo II
Retirado do livro: 'Mensagens para o ano todo', Paulinas Editora.


FILMES sobre João Paulo II
DVD Karol Wojtyla - Quem é esse homem? (documentário de 58 minutos, da Paulinas Multimídia)
DVD Papa João Paulo II, poemas e orações (45 minutos de arte, filosofia e fé, da Paulinas Multimídia).

LIVROS sobre João Paulo II

- JOÃO PAULO II, UM PAPA QUE NÃO MORRE, Gian Franco Svidercoschi, Paulinas Editora.

João Paulo II foi um personagem determinante para a história, a política e o Cristianismo do século XX. Sua personalidade e carisma transformaram-no em uma figura de singular grandeza, impossível de ser esquecido. No entanto, sem um trabalho histórico e de memória, alguns aspectos podem ficar minimizados e se perderem no tempo. Impedir que isso aconteça, que as lembranças desse homem de Deus restem sendo apenas emoções antigas de gerações que inevitavelmente passam, é o sentido último do livro de Gian Franco Svidercoschi, estudioso que há mais de meio século acompanha os acontecimentos do mundo do vaticano. Escrito com paixão, seu livro João Paulo II – Um Papa que não morre, agora editado por Paulinas, apresenta um perfil multifacetado do pontífice, de modo a perpetuar sua lembrança às futuras gerações.

Svidercoschi reúne praticamente duas obras em uma só. Inicialmente apresenta uma narrativa sobre o homem Karol Wojtyla, a eleição, as grandes diretrizes de seu pontificado e as condições da Igreja que ele deixou ao sucessor Bento XVI - uma Igreja certamente diferente da que lhe foi confiada em 16 de outubro de 1978. A seguir, expõe um retrato da imensa multidão que acompanhou os últimos momentos de João Paulo II e que hoje o visita em seu túmulo, estabelecendo um "colóquio" cheio de mistério e de vida. Unindo essas duas perspectivas, a obra deixa emergir a questão da herança do padre, bispo e pontífice que viveu toda a sua vida concentrado no seu ministério e na condução da Igreja rumo ao novo milênio, uma herança cujos frutos espirituais continuam extraordinariamente abundantes.

- ESTA É A MINHA VIDA JOÃO PAULO SEGUNDO... ELE PRÓPRIO - Org.: Saverio Gaeta - Paulinas Editora

O distanciamento histórico e a celebração da beatificação configuram ocasião apropriada para rever a trajetória de João Paulo II. A obra Esta é minha vida - João Paulo segundo... ele próprio apresenta uma espécie de autobiografia desse papa que atravessou o mundo levando mensagem de fraternidade a todos os povos. “Escrita com o coração” a narração de sua vida se desdobra como nunca fora antes registrada, através das muitas confidências feitas em discursos e colóquios e que serviram de contraponto ao seu magistério e aos encontros com milhões de fiéis em todo o mundo.

Ele próprio nos conta sobre as raízes polonesas e a descoberta da vocação religiosa, a passagem de sacerdote a bispo e cardeal, a eleição como 264o sucessor de Pedro, e sua missão como pontífice - as viagens, os encontros com os jovens, as encíclicas, os apelos em favor da paz, as canonizações... Também expõe seus pensamentos, suas experiências, a devoção a Maria e, como não poderia deixar de ser, fala sobre o atentado de que foi vítima em 1981, a peregrinação a Fátima em agradecimento por ter sido salvo e ainda o sofrimento dos últimos tempos, em virtude da idade e das enfermidades.

Com estilo vivaz e envolvente, Saverio Gaeta edita, como num filme, as imagens de uma existência marcante em todos os sentidos, o retrato de um homem que, em quase vinte e sete anos de pontificado, marcou de modo singular a história do século XX; Consegue demonstrar a profundidade de seu magistério, ao qual se dedicou integralmente e de modo incansável como verdadeira rocha sobre a qual passa o rebanho.

- NÃO TENHAM MEDO, VIDA E OBRA DE JOÃO PAULO II, DVD, Paulinas Multimídia
João Paulo II foi um homem destemido que convidou a humanidade a "não ter medo" dos desafios, das ideologias, das próprias fragilidades e até mesmo da morte.

O Filme narra a trajetória de uma das personalidades mais importantes do século XX, João Paulo II.
Com força de vontade férrea, preparou a humanidade para a chegada ao século XXI.
É a história de um homem destemido que encorajou o mundo, convidando-o a "não ter medo". Medo dos desafios da fé, das ideologias, das próprias fragilidades e mesmo, da morte. Karol Wojtyla, primeiro papa polonês da história da Igreja.

-  A GUERRA E O SILÊNCIO DE DEUS - UM SILÊNCIO PESADO E DESCONCERTANTE - Bruno Forte - Paulinas Editora

"Jamais o futuro da humanidade poderá ser assegurado pelo terrorismo e pela lógica da guerra. Nós cristãos, particularmente, somos chamados a ser sentinelas da paz nos lugares onde vivemos e trabalhamos."

Violências, guerras, atentados terroristas. Diante de acontecimentos tão graves, qual a reflexão para um teólogo? O que ele tem a dizer diante da tragédia de 11 de setembro de 2001, quando as Torres Gêmeas em Nova York foram atingidas? Ou, ainda, diante da explosão da guerra anglo-americana contra o Iraque, de repercussões e número de vítimas ainda difíceis de se mensurar? O arcebispo de Chieti, na Itália, teólogo de renome internacional e professor de Teologia Dogmática, se lançou ao desafio de avaliar estas e outras questões em A Guerra e o Silêncio de Deus.

Profundo, seu livro A guerra e o silêncio de Deus traz logo na primeira página as palavras de João Paulo II. Em audiência geral, em 11 de dezembro de 2002, ele disse: Além da espada e da fome, existe uma tragédia maior, aquela do silêncio de Deus, que não se revela mais e parece estar fechado em seu céu, como que desgostoso do agir da humanidade..."

A obra reúne vinte editoriais publicados no jornal napolitano Il Mattino, entre 19 de setembro de 2001 e 30 de março de 2003, correspondendo ao ataque às Torres Gêmeas de New York e ao começo do segundo ataque dos Estados Unidos ao Iraque. Há, contudo, uma grande unidade entre esses vinte textos, pois o autor se coloca numa perspectiva de fé e desenvolve uma reflexão teológica fundada na verdadeira noção de paz, que nasce no reconhecimento de Deus pelos humanos, pessoas e sociedades, o que nos leva a dobrar à verdade e a empenhar-nos no amor uns pelos outros.

Quando a vontade humana se empenha na realização de seus próprios fins, contra tudo e contra todos, o resultado é a guerra, que assume hoje gigantescas proporções, e o silenciar dos mortos, da verdade e de Deus, abandonando os humanos às suas próprias ilusões e à sua liberdade.

Esses vinte editoriais constituem uma extraordinária meditação sobre a paz, costurada com o testemunho da sabedoria divina e humana, aaquela de que a constante palavra de João Paulo II tem sido o eco legítimo, e esta, alimentada sobretudo pela doutrina da não-violência e o comportamento das crianças...

Dom Bruno Forte nos dá, aqui, o testemunho da profundidade e da atualidade de um pensamento social verdadeiramente cristão e nos estimula a mudar diante de um silêncio desconcertante. Ouvir Deus continua urgente e imperioso!

- PALAVRAS-CHAVE DE JOÃO PAULO II - lembranças de Monsenhor Renato Boccardo,  Paulinas Editora.
Com esta obra o autor faz memória dos gestos, das palavras, e dos grandes fatos do pontificado de João Paulo II. Quem não viu, pelo menos uma vez, o seu rosto, ao vivo, na TV, nos jornais? Quem nunca ouviu aquele "louvado seja Jesus Cristo" com o qual iniciava o seu falar? Também nós aprendemos a recitar os slogans afetuosos dos jovens em diversas línguas: "John Paul Two we love you", "Juan Pablo Segundo te quiere todo el mundo".

João Paulo II obedeceu fielmente ao mandato de Cristo, de ir a todos os povos comunicar a Boa-Nova. E disso todos nós somos testemunhas. O que resta a dizer? De um homem assim se falará - e se escreverá - ainda por muito tempo. Agora que é santo, de toda parte do mundo se erguem orações a ele para que interceda junto de Deus, para que seja companheiro nos dias escuros do desespero humano. Nesta obra - através de algumas palavras-chave do pontificado de João Paulo II - fluem as lembranças de Monsenhor Renato Boccardo, organizador das Jornadas Mundiais da Juventude e das últimas viagens do Pontífice.

- Carta do Papa João Paulo II aos artistas
- Carta do Sumo Pontífice João Paulo II sobre a Peregrinação
- Carta aos anciãos do Papa João Paulo II
- Vida e testamento de João Paulo II e homilia do Cardeal Ratzinger
- Cinco minutos com João Paulo II
- 365 dias com João Paulo II
- Comunicação nos passos de João Paulo II (A)
- Comunicação nos passos de João Paulo II (A) - (ebook)
- João Paulo II - novena, história e orações
- Cinco segredos da Santidade com o Papa João Paulo II (Os
- Fides et Ratio (1998)
- Centesimus Annus (1991)





sábado, 17 de outubro de 2015

Bom dia, papa Francisco!


“Aos sacerdotes, me vem uma única palavra: proximidade. 
Proximidade a Jesus Cristo, na oração e na oração. 
Próximos ao Senhor.
E proximidade às pessoas, 
ao povo de Deus que lhe é confiado. 
Amem sua gente”
disse Francisco ao  grupo da Renovação Carismática, na tarde de domingo, 1º/06/20-14).

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

BOM DIA, Papa Francisco!




Deus ama quem dá com alegria. 
Aprendamos a dar com generosidade, 
desapegados dos bens materiais.
(Papa Francisco, 19/07/2014)

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Bom dia, papa Francisco!




“Se falamos dos corruptos políticos ou dos corruptos econômicos, quem paga? Pagam os hospitais sem medicamentos, os doentes que não recebem cura, as crianças sem educação. (...) Pagam as crianças, que não sabem fazer o sinal da cruz, que não recebem catequese, que não são seguidas. Pagam os doentes que não são visitados, pagam os encarcerados que não recebem atenções espirituais. Os pobres pagam. 
A corrupção é paga pelos pobres: 
pobres materiais, pobres espirituais”.

(Papa Francisco, 16 de junho 2014)

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Bom dia, papa Francisco!

A Virgem Maria seja o nosso modelo. 
Na sua vida ela deu exemplo daquele afeto maternal 
de que devem estar animados 
                                        todos que cooperam na missão apostólica da Igreja
                                                                 Papa Francisco

sábado, 10 de outubro de 2015

Bom dia, papa Francisco!

“Três vocações num homem: 
preparar, discernir, deixar crescer o Senhor e diminuir a si mesmo. 
É belo pensar a vocação do cristão assim. 
Um cristão não anuncia si mesmo, anuncia outro, 
prepara o caminho a outro: ao Senhor. 
Um cristão deve saber discernir, deve conhecer como discernir a verdade 
daquilo que parece verdade, mas não é: homem de discernimento. 
E um cristão deve ser um homem que saiba diminuir-se para que 
o Senhor cresça, no coração e na alma dos outros”.
(Papa Francisco, 24/06/2014)

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Bom dia, papa Francisco!

 “Nenhuma pessoa é ‘resíduo’ 
e ninguém pode ser excluído do amor de Deus 
e de nossa solicitude”.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Hoje, 8, Dia do Nascituro

"Que todos tenham vida!" (Jo 10,10)

Por determinação da 43ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, em 2005, celebra-se, em todo o Brasil, de 1 a 8 de outubro, a Semana Nacional da Vida e no dia 8 de outubro o Dia do Nascituro, ou seja, o Dia pelo direito de nascer. Uma data esquecida, mas que, sobretudo hoje, vale a pena recordar. Nascituro, o que está para nascer, é o que todos nós fomos um dia, no útero de nossa mãe. Ali teve início nossa existência, graças a Deus.

Foi escolhido o dia 8 de outubro, por ser próximo ao dia em que se celebra a Padroeira do Brasil (12 de outubro), cujo título, ao evocar a concepção, lembra o fruto correspondente: Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Mãe de Deus que se fez homem, Jesus Cristo, nascituro em seu seio, que faz João Batista exultar de alegria no ventre de Isabel (Lc 1,39-45).

Paradoxalmente, ao mesmo tempo em que nos maravilhamos com as atuais descobertas científicas sobre os meses iniciais de nossa vida, quando nossa afetividade e psicologia pessoais começam a ser formadas, constata-se a existência de ataques à vida humana nascente.

A propósito, diante da atual banalização da vida e de opiniões favoráveis ao aborto, defendido por inúmeras pessoas influentes, é importante lembrar que a Igreja compreende as situações difíceis que levam mães a abortar, mas, por uma questão de princípios, defende com firmeza a vida do nascituro, como bem nos ensina São João Paulo II na Carta Encíclica "Evangelium Vitae" (Sobre Valor e a Inviolabilidade da Vida Humana):
“É verdade que, muitas vezes, a opção de abortar reveste para a mãe um caráter dramático e doloroso: a decisão de se desfazer do fruto concebido não é tomada por razões puramente egoístas ou de comodidade, mas porque se quereriam salvaguardar alguns bens importantes como a própria saúde ou um nível de vida digno para os outros membros da família. Às vezes, temem-se para o nascituro condições de existência tais que levam a pensar que seria melhor para ele não nascer. Mas essas e outras razões semelhantes, por mais graves e dramáticas que sejam, nunca podem justificar a supressão deliberada de um ser humano inocente” (EV 58).

E o Papa define: “Com a autoridade que Cristo conferiu a Pedro e aos seus sucessores, em comunhão com os Bispos – que de várias e repetidas formas condenaram o aborto e que,  apesar de dispersos pelo mundo, afirmaram unânimes consenso sobre esta doutrina - declaro que o aborto direto, isto é, querido como fim ou como meio, constitui sempre uma desordem moral grave, enquanto morte deliberada de um ser humano inocente. Tal doutrina está fundada sobre a lei natural e sobre a Palavra de Deus escrita, é transmitida pela tradição da Igreja e ensinada pelo Magistério ordinário e universal” (EV 62).

Agradeçamos ao Criador pelo dom da vida que nos deu, e renovemos o nosso compromisso de lutar pela vida daqueles que, como nós fomos também, ainda não têm voz, mas que são chamados a um dia agradecerem a Deus por tão grande dom. Lutemos pela vida, contra o aborto.

 Fonte: CNBB

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Hoje, dia de Nossa Senhora do Rosário


Em 1328, Nossa Senhora apareceu a São Domingos, recomendando-lhe a reza do Rosário para meditar a Palavra de Deus, no Evangelho, e pela salvação do mundo.
Nasceu assim a devoção do Rosário, que significa coroa de rosas oferecidas a Nossa Senhora. Os  divulgadores desta devoção foram os padres dominicanos.
O papa dominicano Pio V animou vivamente a prática da recitação do Rosário, que, em breve, se tornou a oração popular e predileta dos cristãos. Esta devoção tem o privilégio de ter sido recomendada por Nossa Senhora em Lourdes, na França, e em Fátima, em Portugal 
O terço pode ser rezado individualmente ou, comunitariamente, em grupos, em família, com os vizinhos. 

Os mistérios contemplados
O Santo Rosário compreende a meditação dos vinte mistérios da fé católica, divididos em quatro grupos de cinco mistérios – denominados terço – e nos leva diariamente ao estudo e meditação profunda da Palavra, das passagens mais importantes do Evangelho. Aos mistérios originais, recentemente o Papa João Paulo II instituiu novas meditações, sendo que os mistérios do Santo Rosário são:
Gozosos,
Luminosos
Dolorosos e
Gloriosos.

Como rezar
Pelo sinal da Santa Cruz, livrai-nos, Deus, Nosso Senhor, dos nossos inimigos.

Ainda com a mão direita aberta, faça uma grande Cruz, tocando com as pontas dos dedos na testa, no peito, no ombro esquerdo e no ombro direito enquanto diz:

Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Oferecimento do Terço
Divino Jesus, nós vos oferecemos este Rosário que vamos rezar, meditando nos mistérios da nossa Redenção. Concedei-nos, por intercessão da Virgem Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, as virtudes que nos são necessárias para bem rezá-lo e a graça de ganharmos as indulgências desta santa devoção.
(Intenções que se quer incluir no Rosário).

Segurando a cruzinha do terço, reze:
Creio em Deus Pai todo-poderoso,
Criador do céu e da terra
e em Jesus Cristo, seu único Filho, Nosso Senhor,
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo,
nasceu da Virgem Maria,
padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado,
desceu à mansão dos mortos,
ressuscitou ao terceiro dia,
subiu aos céus,
está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso,
donde há de vir a julgar os vivos e os mortos.
Creio no Espírito Santo,
na Santa Igreja Católica,
na comunhão dos santos,
na remissão dos pecados,
na ressurreição da carne,
na vida eterna. Amém.

Em honra à Santíssima Trindade  rezam-se
um Pai Nosso,
três Ave Marias
e um Glória  ao Pai.
A primeira Ave Maria em honra a Deus Pai que nos criou;
a segunda, a Deus Filho que nos redimiu;
a terceira, ao Espírito Santo que nos santifica.

Na primeira conta grande, reza-se:
Pai nosso, que estais nos céus, santificado seja o vosso nome,
venha a nós o vosso reino,
seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu.
O pão nosso de cada dia nos dai hoje;
perdoai-nos as nossas ofensas
assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido.
Não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.

Em cada uma das 3 contas pequenas, rezam-se:
Ave Maria, cheia de graça,
o Senhor é convosco;
bendita sois vós entre as mulheres,
e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.
Santa Maria, Mãe de Deus,
rogai por nós, pecadores,
agora e na hora de nossa morte. Amém.

No intervalo entre estas 3 contas e a próxima conta grande, reza-se:

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo.
Como era no princípio, agora e sempre. Amém.


MISTÉRIOS GOZOSOS ( Segundas e Sábados)

1º- A anunciação do arcanjo São Gabriel a Nossa Senhora (Lc 1,26-38)
2º- A Visitação de Nossa Senhora à sua prima Santa Isabel (Lc 1,39-56)
3º- O nascimento do Menino Jesus em Belém. (Lc 2,1-20)
4º- Apresentação de Jesus no templo (lc 2,21-40)
5º- A perda e o encontro de Jesus no Templo entre os doutores da Lei. (Lc 2,41-50)


MISTÉRIOS LUMINOSOS(Quinta-feira)

1º- O Batismo do Senhor Jesus no Rio Jordão (Mt 3,13-17)
2º- O primeiro milagre, nas bodas de Caná. A pedido de sua Mãe, Jesus transforma água em vinho (Jo 2,1-12)
3º- O anúncio do Reino de Deus e o convite à conversão (Mc 1,15; Mc2, 3-13; Lc 7,47-48; Jo 20 22-23)
4º- A transfiguração do Senhor Jesus no monte Tabor. ( Lc 9, 28-36)
5º- A instituição da Santíssima Eucaristia. ( Jo 13,1)


MISTÉRIOS DOLOROSOS ( Terça e Sexta-feira)

1º- A agonia de Jesus no Horto das Oliveiras (Lc 22,39-46)
2º- A flagelação de  Jesus Cristo (Mt 27,26)
3º- A coroação de espinhos. (Mt 27,27-31)
4º- A subida dolorosa ao Calvário. (Lc 23,26-32)
5º- A crucificação e Morte de Jesus. (Lc 23,33-45)


MISTÉRIOS GLORIOSOS (Quarta-feira e Domingos)

1º- A Ressurreição de  Jesus Cristo. (Lc 24)
2º- A Ascensão de Jesus Cristo ao Céu (Lc 24,51-52)
3º- A vinda do Espírito Santo sobre a Virgem Maria e os Apóstolos (At 2,1-13)
4º- A Assunção de  Maria ao Céu.
5º- A coroação de Maria como Rainha do céu e da terra (Ap 12,1)

Agradecimento
Infinitas graças vos damos, soberana Rainha,
pelos benefícios que todos os dias recebemos de vossas mãos liberais.
Dignai-vos, agora e sempre,
tomar-nos debaixo de vosso poderoso amparo e,
para mais vos obrigar,
 vos saudamos com uma Salve Rainha.

Salve, Rainha, Mãe de misericórdia,
vida, doçura e esperança nossa, salve!
A vós bradamos, os degredados filhos de Eva;
a vós suspiramos, gemendo e chorando neste vale de lágrimas.
Eia, pois advogada nossa,
esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei;
e depois deste desterro mostrai-nos Jesus, bendito fruto do vosso ventre,
ó clemente, ó piedosa, ó doce sempre Virgem Maria.

Rogai por nós, santa Mãe de Deus,
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.
<br>

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Santa Maria Faustina Kowalski - 05 de outubro


Religiosa (1905-1938)

Não podemos dizer que exista alguma novidade numa irmã que fale sobre a Misericórdia Divina e do nosso dever de ser misericordioso. Assim como sabemos que, sob a insígnia da Misericórdia, nasceram muitas comunidades e instituições cristãs, ao longo de todos os tempos. O diferencial de santa Faustina foi ter dado vida, sob essa insígnia, a um grande movimento espiritual, justamente quando a humanidade mais carecia de misericórdia: entre as duas guerras mundiais.

Nascida na aldeia Glogowiec, na Polônia central, no dia 25 de agosto de 1905, em uma numerosa família camponesa de sólida formação cristã, foi batizada com o nome de Helena, terceira dos dez filhos de Mariana e Estanislau Kowalski. Desde a infância, sentiu a aspiração à vida consagrada, mas teve de esperar diversos anos antes de poder seguir a sua vocação. Mas, desde aquela época, só fez percorrer a via da santidade.

Aos 16 anos, deixou a casa paterna e começou a trabalhar como doméstica, na cidade de Varsóvia, da Polônia independente. Lá, maturou na oração a sua verdadeira vocação de religiosa. Assim, em 1925, ingressou na Congregação das Irmãs da Bem-Aventurada Virgem Maria da Misericórdia, adotando o nome de Maria Faustina. O carisma desse Instituto está voltado para a educação das jovens e para a assistência das mulheres necessitadas de renovação espiritual. Após concluir o noviciado e emitir os votos perpétuos, percorreu diversas casas, exercendo as mais diversas funções, como cozinheira, jardineira e porteira. Teve uma vida espiritual muito rica de generosidade, de amor e de carismas, que escondeu na humildade do seu cotidiano.

Irmã Faustina, como era chamada, ofereceu-se a Deus pelos pecadores, sobretudo por aqueles que tinham perdido a esperança na Misericórdia Divina. Nutriu uma fervorosa devoção à Eucaristia e à Virgem Maria, e amou intensamente a Igreja. Com frequência, era acometida por visões e revelações, até que seu confessor e diretor espiritual lhe sugeriu anotar tudo. Assim, em 1934 ela começou a escrever um diário, intitulado "A Divina Misericórdia em minh'alma", mais tarde traduzido e publicado em vários países.

Em seu diário, irmã Faustina escreveu que à perfeição chegamos através da união íntima da alma com Deus, e não por meio de graças, revelações ou êxtases. Ela se manteve sempre tão humilde que não acreditava, na sua própria experiência mística, haver um sinal de santidade. Expressou todo o seu amor ao Senhor por meio de uma fórmula muito simples, que fez questão de propagar entre os fiéis: "Jesus, confio em vós".

Consumida pela tuberculose, ela morreu no dia 5 de outubro de 1938, com apenas 33 anos de idade, na cidade de Cracóvia, Polônia. Beatificada em 1993, foi proclamada santa Maria Faustina Kowalski pelo papa João Paulo II em 2000. As suas relíquias são veneradas no Santuário da Divina Misericórdia, de Cracóvia.

Frases de Santa Faustina

“Ó Jesus, o abismo da Vossa misericórdia derramou-se na minha alma, que é apenas o abismo da miséria. Agradeço-Vos, Jesus, pelas graças e pelos pedacinhos da Cruz que me dais a cada momento da vida”.

“A luz divina pode mais num momento do que o meu tormento de vários dias.”  ( D.1250)

“Sede bendito, ó Deus, por tudo que me enviais. Sem a Vossa vontade nada sucede debaixo do sol.” ( D.1208 )

“O silêncio é uma linguagem tão poderosa que atinge o Trono de Deus vivo. O silêncio é a Sua palavra, embora oculta, mas poderosa e viva.” ( D.888 )

“Vós morrestes, Jesus, mas uma fonte de vida jorrou para as almas e abriu-se um mar de misericórdia para o mundo.” ( D. 1319 )

“Oh! Como é grande a misericórdia de Deus; que toda alma a glorifique.” ( D. 917 )

“Ó Jesus, pelo Vosso Coração tão compassivo, como por um cristal, passaram a nós os raios da Misericórdia de Deus.” ( D. 1553 )

“Com a confiança de uma criança entrego-me hoje a Vós, Senhor Jesus e meu Mestre.” ( D. 228 )

“E, se muitas vezes, tenho o rosto voltado para o chão e as lágrimas correm com abundância, no entanto, ao mesmo momento a minha alma está repleta de uma profunda paz e felicidade… ” ( D. 1394 )

Oração

Terço da Divina Misericórdia

Início: Pai-Nosso, Ave-Maria, Creio

Nas contas grandes:

Eterno Pai, eu vos ofereço o Corpo, Sangue, Alma e Divindade de vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação de nossos pecados e os do mundo inteiro.

Nas contas pequenas:

Pela sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.

Ao final do terço: três vezes

"Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro."


FILME
O filme, inspirado no diário espiritual de Santa Faustina, narra as revelações que ela recebeu de Jesus e as experiências espirituais extraordinárias que vivenciou. Em 1931, através de várias aparições,  Jesus lhe confia uma missão especial: "Pinta um quadro de acordo com o modelo que você estava vendo, com a inscrição: Jesus, eu confio em Vós! Desejo que esta imagem seja venerada no mundo inteiro”.Faustina dedicou toda sua vida para relançar no mundo a mensagem da misericórdia de Deus que acompanha cada pessoa. 

Direção: Jerzy Lukaszewicz.
Gênero: Drama. 
Duração: 73 min. 
Filme, Seleção de Capítulos.
Áudio: português. 
Polônia. 2009.

LIVRO


Escrito pela própria Santa Faustina, conta a comovente história de sua vida desde a infância em família, entrada na vida religiosa e as revelações feitas por Jesus Misericordioso.


domingo, 4 de outubro de 2015

São Francisco de Assis - 04 de Outubro


Padroeiro da Itália (1181-1226)

Este gigante da santidade era fisicamente de modesta estatura, tinha barbicha rala e escura. E, no plano cultural, ainda mais modesto. Conhecia o provençal, ensinado pelo pai, por ter feito algumas leituras de romances de cavalaria. Era um hábil vendedor de tecidos, ao lado de um pai que lhe enchia a bolsa de moedas. Nas alegres noitadas com os amigos, Francisco não media despesas. Participou das lutas entre as cidades e conheceu a humilhação da derrota e de um ano de prisão em Perúgia.

No regresso, fez-se armar cavaleiro pelo conde Gualtério e esteve a ponto de partir para a Apúlia. Mas, em Espoleto, “pareceu-lhe ver”, conta são Boaventura na célebre biografia, “um palácio magnífico e belo, e dentro dele muitíssimas armas marcadas com a cruz, e uma voz que vinha do céu: 'São tuas e dos teus cavaleiros'”.

A interpretação do sonho veio-lhe no dia seguinte: “Francisco, quem te pode fazer mais bem, o senhor ou o servo?” Francisco compreendeu, voltou sobre seus passos, abandonou definitivamente a alegre companhia e, enquanto estava absorto em oração na igreja de São Damião, ouviu claramente o apelo: “Francisco, vai e repara a minha Igreja que, como vês, está toda em ruínas”. O jovem não fez delongas e, diante do bispo Guido — a cuja presença o pai o conduzira à força para fazê-lo desistir —, despojou-se de todas as roupas e as restituiu ao pai.

Improvisou-se em pedreiro e restaurou do melhor modo possível três igrejinhas rurais, entre as quais Santa Maria dos Anjos, dita Porciúncula. Uma frase iluminante do Evangelho indicou-lhe o caminho a seguir: “Ide e pregai... Curai os enfermos... Não leveis alforje, nem duas túnicas, nem sapatos, nem bastão”.

Na primavera de 1208, 11 jovens tinham-se unido a ele. Escreveu a primeira regra da Ordem dos Frades Menores, aprovada oralmente pelo papa Inocêncio III, depois que os 12 foram recebidos em audiência, em meio ao estupor e à indignação da cúria pontifícia diante daqueles jovens descalços e malvestidos.

Mas aquele pacífico contestador teve também a solene aprovação do sucessor, Honório III, com a bula Solet Annuere, de 29 de novembro de 1223.

Um ano depois, na solidão do monte Alverne, Francisco recebeu o selo da Paixão de Cristo, com os estigmas impressos em seus membros. Depois, ao aproximar-se da “irmã Morte”, improvisou seu “Cântico ao irmão Sol”, como hino conclusivo da pregação de seus frades. Por fim, pediu para ser levado à sua Porciúncula e, sobre a terra nua, onde entregou sua vida a Deus, cantando o salmo "Voce mea", nas vésperas de 3 de outubro.


Do livro "Os Santos e os Beatos da Igreja do Ocidente e do Oriente", Paulinas.



Oração


Senhor, fazei de mim um instrumento de vossa paz;

Onde houver ódio, que eu leve o amor;

Onde houver discórdia, que eu leve a união;

Onde houver dúvidas, que eu leve a fé;

Onde houver erros, que eu leve a verdade;

Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;

Onde houver desespero, que eu leve a esperança;

Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;

Onde houver trevas, que eu leve a luz.


Ó Mestre, fazei com que eu procure mais consolar,
que ser consolado;

Compreender, que ser compreendido;

Amar, que ser amado;

Pois é dando que se recebe;

É perdoando, que se é perdoado;

E é morrendo que se vive para a vida eterna.


Rezemos pelo papa Francisco. Hoje é seu dia onomástico

sábado, 3 de outubro de 2015

Outubro 2015 - Mês Missionário


Tema: “Missão é Servir” 
Este é o tema escolhido pelas Pontifícias Obras Missionárias (POM) para a Campanha Missionária de 2015, que ocorre em outubro em todas as dioceses do Brasil. A reflexão para o mês missionário, celebrado em toda Igreja, dá seguimento à proposta da Campanha da Fraternidade deste ano “Fraternidade: Igreja e Sociedade. Eu Vim para Servir” (Mc 10,45). 

Lema: “Quem quiser ser o primeiro, seja o servo de 

todos” (Mc 10,44),

 Está baseado na narrativa do Evangelho, onde Cristo centraliza no serviço o perfil dos discípulos e missionários.

ORAÇÃO DO MÊS MISSIONÁRIO 2015

Pai de infinita bondade,

que enviaste Jesus Cristo para servir,

ilumina, com o teu Espírito, a Igreja discípula

 missionária

para testemunhar o Evangelho 

a partir das periferias e,

com a proteção de Maria servidora,

manifestar o teu Reino em todo o mundo. Amém.


Dia Mundial das Missões

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Santos Anjos da Guarda

02 de Outubro

Os  anjos nos guardam em nossos caminhos, por ordem do próprio Deus,  como diz, na Bíblia,  o Salmo 91.

O justo confia em Deus

Você que habita ao amparo do Altíssimo, e vive à sombra do Onipotente,
diga a Javé: «Meu refúgio, minha fortaleza, meu Deus, eu confio em ti!»

Ele livrará você do laço do caçador, e da peste destruidora.

Ele o cobrirá com suas penas, e debaixo de suas asas você se refugiará. O braço dele é escudo e armadura.

Você não temerá o terror da noite, nem a flecha que voa de dia,

nem a epidemia que caminha nas trevas, nem a peste que devasta ao meio-dia.
Caiam mil ao seu lado e dez mil à sua direita, a você nada atingirá.

Basta que você olhe com seus próprios olhos, para ver o salário dos injustos,
porque você fez de Javé o seu refúgio e tomou o Altíssimo como defensor.

A desgraça jamais o atingirá, e praga nenhuma vai chegar à sua tenda,
pois ele ordenou aos seus anjos que guardem você em seus caminhos.

Eles o levarão nas mãos, para que seu pé não tropece numa pedra.

Você caminhará sobre cobras e víboras, e pisará leões e dragões.
«Eu o livrarei, porque a mim se apegou. Eu o protegerei, pois conhece o meu nome.

Ele me invocará, e eu responderei.
Na angústia estarei com ele. Eu o livrarei e glorificarei.
Vou saciá-lo de longos dias e lhe farei ver a minha salvação».

Desde a infância até a morte, nossa vida é protegida pelos anjos e por sua intercessão pois, lê-se no Catecismo da Igreja Católica, 

"Cada fiel é ladeado por um anjo como protetor e pastor para conduzi-lo à vida. Ainda aqui na terra, a vida cristã participa na fé da sociedade bem-aventurada dos anjos e dos homens, unidos em Deus".

A existência desses seres espirituais, não corporais, chamados anjos, tem a seu favor o claro testemunho das Sagradas Escrituras e a unanimidade da Tradição. 
"O anjo de Deus acampa ao redor dos que o temem, e os liberta"(Sl 34,8). 


Os anjos são mensageiros da salvação:
 "porventura não são todos eles espíritos servidores, enviados ao serviço dos que devem herdar a salvação?", lê-se na carta aos Hebreus (Hb 1,14).

Fundando esta verdade de fé na própria afirmação de Jesus, a Igreja nos diz que cada cristão, desde o momento do batismo, é confiado a um anjo particular, que tem a missão de guardá-lo, guiá-lo no caminho do bem, inspirar-lhe bons sentimentos, secundar suas livres escolhas quando estas o encaminham a Deus, ou fazer-lhe perceber a censura interior da consciência quando elas conduzem à transgressão da lei divina.

A estas invisíveis testemunhas de nossos pensamentos mais recônditos e inconfessáveis, de nossas ações boas ou não tão boas, públicas ou escondidas, nossa época voltou a dar particular atenção. Seu precioso "serviço" é testemunhado na vida de muitos santos de nosso tempo. 
"Os anjos oferecem a Deus as nossas esmolas, recolhem até nossos desejos, fazem valer diante de Deus também nossos pensamentos. Sejamos felizes por ter amigos assim pressurosos, intercessores fiéis, intérpretes caridosos". ( Bossuet).

A festividade deste dia foi estendida à Igreja universal por Paulo V, em 1608, mas já um século antes era celebrada, à parte, a festa de São Miguel.

(Do livro "Os Santos e os Beatos da Igreja do Ocidente e do Oriente", Paulinas Editora)

Oração:
Santo anjo do Senhor,
meu zeloso guardador,
Se a ti me confiou
a piedade divina,
sempre me rege,
me guarde e ilumine.
Amém.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Santa Teresinha do Menino Jesus

Doutora, Santa dos tempos modernos, Padroeira das Missões
1º  de outubro 

Marie Françoise Thérèse Martin, jovem de transparente beleza, órfã de mãe aos 4 anos, criada em Lisieux, ao lado de um pai afetuoso e bom, aos 15 anos pôde ingressar, graças a uma concessão especial especial, no Carmelo de Lisieux, onde já duas irmãs estavam e a terceira haveria de segui-las.

Percorreu a grandes passos o caminho rumo à santidade, “lançando a Jesus as flores dos pequenos sacrifícios”, que não eram pequenos, como não foi fácil a ascese sob o signo da “infância espiritual” — ditada não pela tendência toda feminina de fazer uso de diminutivos e de palavras carinhosas, mas por uma autêntica e robusta espiritualidade, em sintonia com a advertência evangélica de “tornar-se pequenos como as crianças”.

Nos nove anos de vida claustral, Teresa deixou uma marca profunda, oferecendo ao mundo cristão a surpreendente imagem de uma jovem freira que, embora relegada à estrita clausura do Carmelo, viveu imersa na vida eclesial. Isso a ponto de, em 1927, dois anos depois da canonização, ser proclamada padroeira das Missões, junto com são Francisco Xavier, e, em 1944, co-padroeira da França, ao lado da guerreira santa Joana d’Arc.

Pio X não hesitou em defini-la “a maior santa dos tempos modernos”. Em 19 de outubro de 1997, João Paulo II declarou-a Doutora da Igreja, a terceira mulher a receber esta homenagem, depois de Catarina de Sena e Teresa de Ávila.

Teresa de Lisieux queria ser tudo: guerreira, missionária, apóstolo. Depois teve a intuição: o amor! “No coração da Igreja eu serei o amor.”

(Do livro "Os Santos e os Beatos da Igreja do Ocidente e do Oriente", Paulinas Editora)

Pensamento

Oração a Santa Terezinha
Santa Terezinha, 
faze com que as tuas preces, 
sempre tão agradáveis a Jesus,
descortinem nossa visão, para que 
possamos contemplar a face do Justo Senhor
E para que, assim, sejamos 
abençoados em nossa caminhada de fé.
Assiste-nos,  para que o Senhor Jesus,
Faça prosperar em nós a virtude do amor.
Pedimos, ainda, para que
Sejamos amparados pelo teu auxílio.
Que o Senhor Jesus, com a tua intercessão,
desperte em nós o amor à Igreja e 
a vocação missionária.
Amém.